17 de outubro de 2010

Cultural Studies


Fiquei responsável pelo tópico 3 do capítulo que fala da Cultural Studies ( primeira corrente de estudos surgida na Inglaterra nos anos 60 do século XX e desde então muito difundida), com o tema A cultura do pobre. Depois que postei o vídeo da Regina Casé que falava sobre a cultura “clandestina”, “marginalizada” me interessei sobre o assunto e resolvi que ficaria com essa parte do texto para explicar para vocês.
Desde o inicio da disseminação da cultura de massa, estudiosos perceberam que inevitavelmente aconteceria uma hierarquização das formas culturais, desde as mais tradicionais até as alienações de produtos comunicacionais que não buscavam nada além da alienação da sociedade. Cada um tem um papel fundamental na história daí por diante, mudando sempre junto da sociedade.
Mesmo a cultural studies só se desenvolvendo em 1960, as correntes de pensamento a cerca do assunto vem desde 1930, com Frank Raymond Leavis, que desenvolveu um guia para estudantes que defendia o quão ruim era o capitalismo industrial. A visão preconceituosa se deu por Leavis tinha como convicção de que a industria cultural era pobre em informação e cultura, esquecendo que não se pode separar cultura de sociedade, existe uma linha intriseca entre ambas, onde não se pode definir quem influencia em quem.
Diferente da posição da escola funcionalista, no qual era a favor de Leavis, a tradição leavisiana deu margens a cultura do povo operário, que contratando professores do secundário, provenientes também do meio modesto, deixariam seus alunos mais livres para expressarem seus pensamentos.
Já nascemos com os meios de comunicação em massa,  mas não são tão antigos como aparentam, então precisamos nos adaptar a nova era, e pode-se considerar que é fruto da cultura e da sociedade, da liberdade de expressão, da vontade de expressar-se para o maior numero de pessoas, o surgimento da globalização. Então a sensibilidades de algumas pessoas fez sentir a necessidade de um aprofundamento para descobrir a melhor maneira possível como a informação se disseminaria, agradando a massa
POR IZABELLY

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